Nova parceria

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O MIES tem um novo parceiro na sua missão de mapear o país em iniciativas de Inovação e Empreendedorismo Social.

A RHmais junta-se colaborando nos contactos telefónicos às iniciativas na fase dos Telefonemas de Despiste (TD's) da metodologia ES+.

Leia aqui a entrevista que fizémos a José Abelha, colaborador que está encarregue desta tarefa.

 

Entrevista

M: Qual o papel da RHmais nesta parceria com o IES no projeto Mapa de Inovação e Empreendedorismo Social (MIES)?

JA: Nesta parceria nacional com o IES, a RHmais empresta a este projeto de cariz social o seu 'know-how' em 'contact centers', através da execução de contactos telefónicos às iniciativas referenciadas na fase dos «Telefonemas de Despiste», uma das fases da metodologia utilizada no processo de mapeamento ao abrigo do MIES.

M: Desde quando está no integrado projeto MIES?

JA: A minha participação no projeto MIES iniciou no final do mês de Janeiro aquando da apresentação do projeto à RHmais. Os contatos foram iniciados no mês de Fevereiro.

M: Pode descrever a sua rotina diária de trabalho (de modo a que quem nunca tenha ouvido falar do MIES possa compreender)?

JA: A minha rotina diária inicia habitualmente pela consulta da agenda de contatos para esse dia. 

Posteriormente são analisadas as informações recolhidas no terreno pelos observadores do IES, na 1ª fase do processo (e que nos foram disponibilizadas juntamente com a base de dados de contatos). Esta análise é complementada com uma pesquisa online do âmbito das iniciativas e das respetivas organizações, de forma a adaptar o questionário à realidade das mesmas e verificar a melhor hora para a tentativa de contato.

De seguida, é feito o contato às pessoas responsáveis pelos projetos, algo que na maioria dos casos não é possível de conseguir à primeira, até porque estamos a falar de um contato com uma duração média de 20 a 30 minutos, a inserir numa agenda habitualmente preenchida.

Concluído o inquérito, o mesmo é colocado na base de dados e enviado ao IES para posterior análise e tratamento.

Finalmente, é enviado um email com a apresentação do MIES, para proporcionar um contato mais profundo entre as organizações contatadas e o projeto MIES e esclarecer eventuais dúvidas.

M: Quantas entrevistas realiza diariamente?

JA: Fazendo uma medição desde o início dos contatos, a média atual de questionários preenchidos por dia é de um questionário.

M: Quantas perguntas tem cada inquérito?

JA: O MIES procura iniciativas de inovação e empreendedorismo social com cinco características bem definidas.

Cada inquérito tem 20 questões, divididas em grupos, um grupo para a caraterização geral da iniciativa e um grupo para cada uma das características.

M: Tem alguma história engraçada fruto de alguma entrevista?

JA: Apesar da curta experiência no projeto, existem algumas histórias para contar, mas não posso ainda definir uma engraçada.

Como em qualquer processo desta natureza, temos pessoas mais céticas ao contato que recebem, outras mais espontâneas mas principalmente encontrei pessoas que, apesar das inúmeras dificuldades e desafios que os seus projetos enfrentam, têm um elevado grau de compromisso e de envolvimento naquilo que fazem e naquilo que pretendem vir a fazer pelo próximo.

Pelo contexto socioeconómico negativo em que a maioria das iniciativas se insere, existe uma grande vontade em transmitir algo de positivo às comunidades e envolver as mesmas na resolução dos problemas que enfrentam.

M: Quais têm sido os maiores desafios ao participar neste projeto?

JA: Passado o período de adaptação ao contexto do tema, o desafio principal tem sido identificar e chegar à fala com as pessoas responsáveis pelas iniciativas, um indicador que espero que tenha uma evolução positiva a curto prazo, para que este projeto consiga atingir os seus objetivos.

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